JeP · Justo e Perfeito
em produção, 1 loja real (assinatura a formalizar)Cliente: a loja maçônica — 30 a 50 irmãos, gestão que troca a cada 1–2 anos, cargos ocupados por voluntários que assumem sem manual. Quem decide é o Venerável; quem usa todo dia é o Secretário e o Tesoureiro; quem paga é a loja (orçamento aprovado em sessão).
A dor, nas palavras da ARMELS nº 238 (cliente real, set/2026): tesouraria na planilha; informação espalhada (WhatsApp, papel, e-mail, a cabeça de quem saiu); perda de rastreabilidade quando muda a gestão; perda de conhecimento quando um irmão assume um cargo novo; tempo demais em administração e de menos no conteúdo maçônico. E (acrescentado em 22/09) receber o dinheiro dos irmãos: mensalidade, ágape, taxas de iniciação, elevação e exaltação — hoje cada um paga como dá, o Tesoureiro concilia à mão, e a loja não sabe dizer quanto cada irmão pagou ao longo do tempo nem parcelar uma dívida sem virar constrangimento. E o caminho inverso: o irmão que compra os insumos do ágape com dinheiro próprio, junta as notas, e a loja precisa registrar, descontar da mensalidade ou reembolsar — hoje isso vive no WhatsApp e na boa memória do Tesoureiro.
Como resolvem hoje: planilha, WhatsApp, papel. O concorrente real na maioria das lojas não é software — é a ausência dele.
A promessa em uma frase: a loja continua a mesma quando a gestão muda, e o irmão que assume um cargo encontra tudo pronto.